A defesa do soldado da Polícia Militar Othon Carlos, preso há pouco mais de um ano suspeito de assassinar o advogado Élido Ernesto Reyes Júnior, solicitou à Justiça a concessão de prisão domiciliar em caráter especial. O pedido tem como base o fato de o policial ser estudante e estar regularmente matriculado em um curso universitário, o que, segundo os advogados, justificaria a medida para que ele possa continuar frequentando as atividades acadêmicas.
De acordo com o Portal Raízes, no processo a defesa anexou documentos que comprovam a matrícula do suspeito, incluindo comprovantes de inscrição e registros acadêmicos. Os advogados argumentam que a concessão da prisão domiciliar permitiria ao militar manter a continuidade dos estudos.
O pedido segue em análise pela Vara Criminal de Conceição do Coité. Caso seja aceito, o policial poderá cumprir a prisão em regime domiciliar, obedecendo às condições que forem determinadas pela Justiça.
O crime ao qual o policial é suspeito ocorreu no dia 11 de fevereiro do ano passado, em Conceição do Coité. O policial foi preso 11 dias depois, em 22 de fevereiro, e desde então permanece custodiado enquanto responde ao processo criminal.
A ação penal tramita na Vara Criminal de Conceição do Coité e foi registrada no Tribunal de Justiça da Bahia no dia 26 de fevereiro de 2026, ou seja, há menos de três semanas.
