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Quarta-feira, 19 de Agosto de 2026

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Defesa de policial suspeito de matar advogado em Coité pede prisão domiciliar para continuar curso universitário 

PM foi aprovado em curso universitário através do Enem.

Defesa de policial suspeito de matar advogado em Coité pede prisão domiciliar para continuar curso universitário 
Foto: Reprodução/TJBA
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A defesa do soldado da Polícia Militar Othon Carlos, preso há pouco mais de um ano suspeito de assassinar o advogado Élido Ernesto Reyes Júnior, solicitou à Justiça a concessão de prisão domiciliar em caráter especial. O pedido tem como base o fato de o policial ser estudante e estar regularmente matriculado em um curso universitário, o que, segundo os advogados, justificaria a medida para que ele possa continuar frequentando as atividades acadêmicas. 

De acordo com o Portal Raízes, no processo a defesa anexou documentos que comprovam a matrícula do suspeito, incluindo comprovantes de inscrição e registros acadêmicos. Os advogados argumentam que a concessão da prisão domiciliar permitiria ao militar manter a continuidade dos estudos.

O pedido segue em análise pela Vara Criminal de Conceição do Coité. Caso seja aceito, o policial poderá cumprir a prisão em regime domiciliar, obedecendo às condições que forem determinadas pela Justiça.

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O crime ao qual o policial é suspeito ocorreu no dia 11 de fevereiro do ano passado, em Conceição do Coité. O policial foi preso 11 dias depois, em 22 de fevereiro, e desde então permanece custodiado enquanto responde ao processo criminal.

A ação penal tramita na Vara Criminal de Conceição do Coité e foi registrada no Tribunal de Justiça da Bahia no dia 26 de fevereiro de 2026, ou seja, há menos de três semanas.

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