Todos os anos, o mês de outubro é marcado por laços cor-de-rosa, monumentos iluminados e ações de conscientização sobre o câncer de mama. Mas você sabe como surgiu essa campanha, que hoje mobiliza diferentes países?
A história começou em 1985, nos Estados Unidos, com uma iniciativa da Sociedade Americana de Câncer em parceria com uma empresa farmacêutica. O objetivo era ampliar o conhecimento sobre a doença e incentivar o debate sobre a importância dos exames e do acompanhamento médico.
O movimento ganhou força em 1991, quando a Fundação Susan G. Komen distribuiu laços cor-de-rosa durante uma corrida em Nova York. No ano seguinte, uma campanha organizada pela revista SELF, em parceria com Evelyn Lauder, ligada à empresa Estée Lauder, contribuiu para popularizar o símbolo internacionalmente.
No Brasil, uma das primeiras ações de destaque ocorreu em 2002, quando o Obelisco do Ibirapuera, em São Paulo, recebeu iluminação rosa. Com o passar dos anos, a campanha se espalhou pelo país. Em 2018, a Lei Federal nº 13.733 estabeleceu a realização anual de atividades de conscientização sobre o câncer de mama durante o mês de outubro.
A campanha tem como principal objetivo levar informação à população, estimular a atenção aos sinais suspeitos e destacar a importância do diagnóstico precoce. O câncer de mama está entre os tipos de câncer mais frequentes entre as mulheres brasileiras.
Nódulos, alterações na pele ou no formato das mamas e secreções espontâneas pelo mamilo são alguns sinais que precisam de avaliação médica. Embora nem toda alteração indique câncer, procurar atendimento é fundamental diante de qualquer mudança suspeita.
A mamografia também é uma ferramenta importante para a detecção da doença, devendo ser realizada conforme as recomendações de rastreamento indicadas para cada faixa etária e perfil de risco.
