Um caminhoneiro despejou uma carga de milho no pátio de uma empresa localizada em Chapecó, no Oeste de Santa Catarina, como forma de protesto após permanecer por mais de uma semana aguardando autorização para realizar a descarga do produto.
De acordo com o motorista, a demora teria sido causada por problemas administrativos, sucessivos adiamentos e pela falta de estrutura básica no local. Segundo ele, a situação se tornou insustentável diante do tempo excessivo de espera, que acabou gerando prejuízos financeiros e impedindo que ele seguisse viagem para novos fretes.
Após o protesto, o caminhoneiro relatou que a liberação para a descarga ocorreu em poucos minutos. Ainda conforme o motorista, outros caminhões que também aguardavam no pátio foram autorizados a descarregar logo em seguida.
Relatos de outros profissionais do transporte apontam que situações semelhantes são frequentes em diversas empresas, que mantêm as cargas nos veículos por falta de espaço para estocagem. Essa prática, segundo os caminhoneiros, provoca prejuízos à categoria, já que os profissionais ficam parados, sem conseguir rodar e cumprir novos contratos.
